Em Lago da Pedra Professores fazem manifestação em praça e denunciam "Estamos sendo coagidos e humilhados "

14:22


Professores da rede municipal de ensino realizou uma nova manifestaçãoneste sábado (14), no Centro de Lago da Pedra. Os manifestantes se concentraram na Praça Waldir Filho e cobraram a permanência das 13 horas aulas direito este assegurado no Plano de Cargos Carreiras e Vencimentos, (PCCV), direito este retirado pelo prefeito Laercio Arruda e pelo secretário de Educação Rodrigo Neto que é vice-prefeito.

Em discurso bem eloquente a professora Cira Carlos fala que estudou e se qualifica, se orgulha da profissão esta que está desvalorizada. Eu dou aula por excelência e com qualidade não para dar nome a secretaria de educação. Fez duras críticas ao secretário de educação Rodrigo Neto que mandou recado para a professora se calar, coagindo, humilhada. Cira Carlos dize não me calo w usa letra de uma música como resposta ao secretário: Se calares a voz do profeta as pedras falarão. Ainda em resposta ao secretário respondeu: Eu não sei de matemática secretario, eu sou professora de língua portuguesa, mas interpretação de textos, eu sei fazer e vai além se você quiser eu lhe dou aula de graça secretário. Enfatizou a professora em seu discurso ..

Durante a manifestação vários discursos de protesto, desabafo e denúncias por parte dos professores e do presidente do SINPROESEMMA Valsielsio Alves de Moura

Apoiados pelo Vereador Moises do Lago Preto que esteve presente na manifestação, representante dos estudantes Gustavo Barbosa, os professores entregaram panfletos com esclarecimentos à população a respeito da manifestação e depois se concentraram na praça para discursos eloquentes de desabafo, denúncias e revolta da classe com a situação lamentável que vive a educação de Lago da Pedra.


O não cumprimento do acordo do executivo com o legislativo sobre a carga horária dos professores.

O não pagamento do terço de férias de 45 dias para os professores

A não concessão da mudança de classe

A não concessão do reajuste salarial de 6,81%

A falta de repasse para o INSS

A suspensão mensal do consignado por falta de repasse a mensalidade

A falta de transparências nas licenças prêmios

O não pagamento do abono de permanência

A falta de diálogos da administração com o SINPROESEMMA para negociar a pauta salarial 2018

 O não pagamento das progressões e titulações








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